segunda-feira, 22 de novembro de 2010

De saco cheio, não estou ENEM aí...

Eu fico pensando: que tipo de informação meu lápis labra preto e minha borracha de duas cores, aquelas de apagar caneta, poderiam passar ou receber dentro de uma sala de prova? E a minha caneta azul? Tudo bem que os celulares, as máquinas de calcular e os relógios cheio de funções poderiam sim representar algum risco a tão falada ISONOMIA do ENEM, mas e os relógio de ponteiro?
Quem passou pelo martírio de fazer esse novo Enem em 2010, vai concordar que foi uma verdadeira tortura física e psicológica, precisar perguntar a um fiscal a cada dez minutos, que pareciam dois, quanto tempo ainda tínhamos de prova foi horrível. Não foi divulgado mas em algumas escolas onde as provas foram realizadas foi proibido ventiladores e cadeiras confortáveis.... Não? Não foram? Como assim? Então aquela sala sem ventiladores e cadeiras em péssimos estados não era uma recomendação do MEC? Como? Se não faziam parte das regras, está na hora de fiscalizar melhor os locais de prova, não levaram em consideração as quatro ou cinco horas que o aluno deveria passar hipnotizado por uma prova desumana como esta? Agora saber se todo esse martírio foi em vão ou não é o alívio que todos esperam para ontem, e NADA, apenas discurso em cima de discurso e satisfações furadas.
Enfim, não podíamos usar lápis, borracha, caneta azul nem relógio, burocracia Tiro no Pé. O governo fez as regras sem pensar no que ia dar, o mesmo aconteceu nas eleições com a história do documento de identificação com foto.
Bem, eu cumpri as regras, por isso vai ser chato ter passado por tudo para entender essa primeira prova como um simulado. Se depender do Ceará parece que sim, a mim interessa uma resposta definitiva.
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Enquanto isso no Ocioso...